As exceções da reforma previdenciária

0
2

A impressão que nós temos é que quando se iniciou essa reforma previdenciária, o discurso era da igualdade de todos Sempre foi esse discurso, igualdade entre o particular e o funcionário público, o discurso entre o privado e o público

E o que nós estamos assistindo é uma autodestruição deste projeto quando começam a ser abertas exceções Portanto, nós temos vários funcionários públicos do poder judiciário, do poder executivo, do poder legislativo recebendo acima do teto É 20 mil, 30 mil, 40 mil e ao mesmo tempo para o seletista, para os que estão aqui na planície e não no planalto, para o cidadão normal, comum como eu, como a maioria dos telespectadores, para ter uma aposentadoria integral ali, no máximo, precisa ter 40 anos de contribuição, 40 anos!

Eu quero saber se para o funcionário público, que recebe na integralidade e a aposentadoria, além de integral, acompanha o aumento dos colegas da mesma categoria, se precisa de 40 anos Não precisa Então há um tratamento dispare entre o pobre mortal da CLT, esta casta de alguns funcionários públicos.

Não são todos, evidentemente Tem funcionário público ganhando muito pouco, sobretudo, professores Tem classes aviltadas que precisam ser valorizadas Mas há uma elite do funcionalismo público que tem esta integralidade e acima do teto de forma despudorada.

Então é importante que se haja uma variação entre os dois, normatizando o pagamento e criando equidade entre os trabalhadores.